Extrato do município: tudo o que o mandato entregou em cada cidade, com somatórios e status
O extrato do município é o raio-x do que o mandato fez — e do que está fazendo — em cada cidade: recursos destinados com valor somado e status de cada um, demandas atendidas, contatos da base, histórico de votação e os dados oficiais do território. É a resposta, em uma tela, para a pergunta que abre qualquer reunião com prefeito, liderança ou imprensa local: “o que esse mandato já entregou aqui?”
Quem responde com números precisos e status atualizado domina a conversa. Quem responde “vou levantar e te retorno” já a perdeu.
O que compõe um extrato municipal completo
Entregas e recursos, com somatório e status
O coração do extrato é a lista do que foi destinado à cidade: emendas e recursos federais, cada um com valor, objeto e situação real — indicado, proposta cadastrada, empenhado, pago. Os somatórios contam a história completa: R$ 4,2 milhões destinados, R$ 2,8 milhões já pagos, R$ 1,4 milhão em execução. Status importa tanto quanto valor: anunciar como entregue o que ainda está empenhado é armar a própria armadilha.
A relação com as pessoas da cidade
Quantos contatos da base moram ali, quais lideranças respondem pelo território, quantas demandas de cidadãos daquela cidade foram atendidas — e quantas seguem abertas. Entrega sem relacionamento é obra sem placa: o município recebeu, mas ninguém associa ao mandato.
O retrato eleitoral e demográfico
Eleitores do município, população, votação do mandato ali eleição a eleição — com o detalhe por zona e seção —, prefeito e vereadores eleitos, candidatos históricos. É o contexto que transforma o número de entregas em decisão: uma cidade com muita entrega e pouco voto pede comunicação; muita entrega e voto crescente pede manutenção; pouca entrega e voto alto pede gratidão — e investimento.
Três situações em que o extrato decide
- A agenda na cidade. O parlamentar desce do carro sabendo o que prometeu, o que pagou, quem é a liderança local e quantas demandas estão abertas. Vinte minutos de leitura no trajeto valem mais que duas horas de briefing improvisado;
- A cobrança do prefeito. “O senhor não mandou nada para cá” morre diante do somatório com status e datas — apresentado com elegância, vira até aliança;
- A prestação de contas. Na live, no material impresso, no encontro com a associação de moradores: números por cidade, verificáveis, sem inflar. Em ano de eleição, é o argumento mais barato e mais sólido da campanha.
Montar na mão ou ter pronto?
Montar um extrato desses manualmente significa cruzar planilha de emendas, sistema de demandas, base de contatos e dados do TSE — para cada cidade, a cada atualização de status. É trabalho de dias que envelhece na semana seguinte. No Gabinete Express, o Extrato da Cidade reúne tudo isso por município, com somatórios calculados e status acompanhado automaticamente — a foto está sempre atual, para qualquer cidade da atuação do mandato, inclusive no mapa.
Perguntas frequentes
O extrato serve para mandatos municipais ou só para deputados?
Serve aos dois, mudando a lente: o deputado compara municípios da base eleitoral; o vereador e o prefeito olham o próprio município por bairro e região. A lógica é a mesma — entregas, relacionamento e votos sobre o mesmo território.
Com que frequência o status das entregas muda?
Recursos federais mudam de status toda semana — propostas analisadas, empenhos emitidos, ordens bancárias pagas. Por isso extrato em planilha desatualiza tão rápido: sem acompanhamento automático das bases oficiais, o número apresentado na reunião de hoje pode ter mudado ontem.
Posso usar os números do extrato em material de divulgação?
Os números de execução orçamentária são públicos e verificáveis — usar com precisão é prestação de contas. O cuidado é de rigor (status correto, sem somar indicado como pago) e de calendário: em período eleitoral, o formato da divulgação segue as regras de propaganda.